Quem tem estria sabe bem como essas marcas são difíceis de tratar, ainda mais quando já estão brancas – o que significa que já cicatrizaram. As estrias são causadas por um estiramento na pele, provocando a destruição de suas fibras elásticas. Elas existem em duas formas: arroxeadas e brancas. As primeiras são recentes e mais fáceis de tratar, pois ainda não sofreram o processo completo de cicatrização. Quando esbranquiçadas, ficam muito mais difíceis de tratar, pois já perderam bastante colágeno e a atrofia das fibras é intensa.

Os tratamentos existentes para as estrias costumam envolver agulhas e também podem ser realizados com laser ablativos, o que os tornam doloridos. Uma ótima opção indolor acaba de chegar ao Kurma: New Skin – um método não invasivo e muito eficaz.

O que ele faz?

Segundo Sueli, o tratamento age na reconstrução das fibras elásticas, estimulando os fibroblastos, células responsáveis pela produção de colágeno.

Como?

Possui uma tecnologia baseada na cirurgia elétrica ou eletrocirurgia chamada de eletrocautério. Através da descarga de energia elétrica controlada, causa um processo inflamatório na estria, agindo na regeneração da pele. É uma tecnologia amplamente utilizada nas cirurgias modernas que age de forma profunda, porém indolor, e sem deixar hematomas na área..

Combinado a esse processo, é realizada a fototerapia – tratamento que utiliza uma luz especial para bioestimular à pele. Nesse caso, utiliza uma luz de comprimento de onda em 660 nm (vermelho) que acelera o processo cicatricial, reestruturando as fibras de colágeno na pele.

A sessão dura 1h e o número necessário varia de acordo com a resposta de cada cliente. A média é de 3 a 5 sessões, realizadas a cada 20 dias.